Vampiro Lady Darkness
Clã:
Descrição da personagem
Vai escura a noite e eu vagueio por esta maldita vila empestada de nevoeiro onde nada se vê, onde nada é aquilo que parece ser. Maldita torre que me atormenta à noite com aquele barulho irritante do relógio que toca até me tirar do meu sono! (Maldito sono leve que tenho!). Voltando á Torre: subo a rua onde esta se encontra. Sempre quis saber o que há dentro daquela Torre, sempre quis saber porque algumas vezes as suas janelas estão fechadas e outras vezes abertas. Poderia jurar já ter visto um ou outro vulto junto dessas janelas, mais exactamente na mais alta de todas, mas na azáfama da vida não há tempo para visões de seres, ou o que lhe queiram chamar, junto de janelas velhas e empoeiras. E eu sigo o meu caminho rua acima pelo nevoeiro.
Mais uma noite normal, penso eu. E como sempre olho a janela mais alta da torre, praticamente invisível com aquela neblina cerrada. Lá está o vulto que sempre julgo ver, hoje com dois pontos brilhantes e vermelhos a marcar o lugar de olhos, de um rosto, caso se tratasse de um humano. Não tenho pressa, o meu dia já acabou. Hoje vou prestar atenção.
Estou a olhar fixamente para aqueles dois pequenos focos de luz. Sinto-me mesmo tentada a subir à Torre, quero saber o que é! Que força estranha é esta que me leva até à porta da Torre? Não percebo, sempre fui prudente, não posso abrir a porta! Mas a verdade é que não me consigo controlar. Vou abrir a porta, vou subir as escadas e vou ver o que me está a fazer sentir assim: insegura, confiante, apavorada, confortável, curiosa. Já dei o primeiro passo, já empurrei a velha e pesada porta de carvalho que encerra a Torre. Está escuro e eu não vejo nada aqui dentro, mas tenho que encontrar as escadas. Encontrei-as, vou subi-las, e apesar dos meus olhos já se estarem a adaptar à escuridão tenho de ter cuidado para não cair.
Um, dois, três, quarto, cinco, seis, sete, degrau após degrau sinto aquela força cada vês mais próxima. Tenho o coração aos pulos e estou tão nervosa que não sei onde ponho os pés. Um degrau em falso, escorrego! Apenas um segundo bastou para que a minha vida me passasse toda a frente: família, amigos, profissão, porque estava ali, porque subi, arrependimento, culpa. Agora estou no chão e sei que estarei morta dentro de poucos minutos. Um ferro espetado no chão da Torre cravou-se no meu pescoço e estou envolta em sangue, ninguém sabe que aqui estou. Vou morrer!
Os olhos já estão turvos, mas ainda oiço o ranger das escadas. Apenas vejo o mesmo vulto e os mesmos olhos daquela janela. Está a aproximar-se de mim, mas tão lentamente, parece uma eternidade. Quero gritar por socorro, quero implorar a ajudar daquele ser, mas não consigo. Estou a agonizar aqui estendida e ele parado a olhar para o meu corpo como se estivesse a avaliar. Eu só penso que não aguento muito mais tempo. Estou a ouvi-lo falar, mas não percebo o que diz, já não consigo diferenciar os sons, as palavras, as frases. Estou pronta para o meu último suspiro.
Os lábios daquela figura aproximam-se dos meus. Enquanto me beija, bebe o sangue que escorre da minha boca. O meu corpo dói e contorce-se, morrem as minhas células. Desfaleço.
Acabei de acordar e intuitivamente sei o que me aconteceu. Estou num quarto sem luz, mas no qual vejo bastante bem, como se raios de sol o iluminassem. Diluvian está sentado ao meu lado, à espera que eu despertasse.
Mataste-me, deste-me uma nova vida, criaste-me. Fizeste-me tua amiga, tua amada, tua amante, tua companheira de batalha e de morte.
Assim começa a minha história, a nossa história.
Mais uma noite normal, penso eu. E como sempre olho a janela mais alta da torre, praticamente invisível com aquela neblina cerrada. Lá está o vulto que sempre julgo ver, hoje com dois pontos brilhantes e vermelhos a marcar o lugar de olhos, de um rosto, caso se tratasse de um humano. Não tenho pressa, o meu dia já acabou. Hoje vou prestar atenção.
Estou a olhar fixamente para aqueles dois pequenos focos de luz. Sinto-me mesmo tentada a subir à Torre, quero saber o que é! Que força estranha é esta que me leva até à porta da Torre? Não percebo, sempre fui prudente, não posso abrir a porta! Mas a verdade é que não me consigo controlar. Vou abrir a porta, vou subir as escadas e vou ver o que me está a fazer sentir assim: insegura, confiante, apavorada, confortável, curiosa. Já dei o primeiro passo, já empurrei a velha e pesada porta de carvalho que encerra a Torre. Está escuro e eu não vejo nada aqui dentro, mas tenho que encontrar as escadas. Encontrei-as, vou subi-las, e apesar dos meus olhos já se estarem a adaptar à escuridão tenho de ter cuidado para não cair.
Um, dois, três, quarto, cinco, seis, sete, degrau após degrau sinto aquela força cada vês mais próxima. Tenho o coração aos pulos e estou tão nervosa que não sei onde ponho os pés. Um degrau em falso, escorrego! Apenas um segundo bastou para que a minha vida me passasse toda a frente: família, amigos, profissão, porque estava ali, porque subi, arrependimento, culpa. Agora estou no chão e sei que estarei morta dentro de poucos minutos. Um ferro espetado no chão da Torre cravou-se no meu pescoço e estou envolta em sangue, ninguém sabe que aqui estou. Vou morrer!
Os olhos já estão turvos, mas ainda oiço o ranger das escadas. Apenas vejo o mesmo vulto e os mesmos olhos daquela janela. Está a aproximar-se de mim, mas tão lentamente, parece uma eternidade. Quero gritar por socorro, quero implorar a ajudar daquele ser, mas não consigo. Estou a agonizar aqui estendida e ele parado a olhar para o meu corpo como se estivesse a avaliar. Eu só penso que não aguento muito mais tempo. Estou a ouvi-lo falar, mas não percebo o que diz, já não consigo diferenciar os sons, as palavras, as frases. Estou pronta para o meu último suspiro.
Os lábios daquela figura aproximam-se dos meus. Enquanto me beija, bebe o sangue que escorre da minha boca. O meu corpo dói e contorce-se, morrem as minhas células. Desfaleço.
Acabei de acordar e intuitivamente sei o que me aconteceu. Estou num quarto sem luz, mas no qual vejo bastante bem, como se raios de sol o iluminassem. Diluvian está sentado ao meu lado, à espera que eu despertasse.
Mataste-me, deste-me uma nova vida, criaste-me. Fizeste-me tua amiga, tua amada, tua amante, tua companheira de batalha e de morte.
Assim começa a minha história, a nossa história.
Estatística
| Total das preciosidades: | 63.206,59 Litros de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 7 |
| Combates: | 495 |
| Vencidos: | 65 |
| Derrotas: | 430 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 1.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 16.000,00 ![]() |
| Pontos certeiros aplicados: | 6086.59 |
| Pontos certeiros sofridos: | 84493.71 |
As propriedades de Lady Darkness:
| Nível da personagem: | Nível 21 |
| Força: | ![]() (41) |
| Defesa: | ![]() (37) |
| Agilidade: | ![]() (36) |
| Resistência: | ![]() (37) |
| Habilidade: | ![]() (30) |
| Experiência: | ![]() (2192|2205) |
As estatísticas da pagina ancestral Lady Darkness
| Desafios tentados: | 1 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios falhados: | 1 |
O guarda de Lady Darkness
| Género de guarda: | Lobo de Caça Biônico |
| Nome do guarda: | Lobo de Caça Biônico |
| Ataque: | ![]() (5) |
| Defesa: | ![]() (5) |
| Resistência: | ![]() (5) |
Dados do perfil
| Sexo: | feminino |
| Idade: | 15-20 Ano |
| Localidade: | --- |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | barros_marcia1@hotmail.com |
| Yahoo Messenger: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber ID | --- |
| Skype ID | --- |
Arena
Lady Darkness ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Lady Darkness criou até agora 4 Vampiros:
| Dark_Angel | Nível 9 | Preciosidades 10972.03 Litros de sangue |
| sotinha | Nível 1 | Preciosidades 92 Litros de sangue |
| manau | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |
| dark_dream | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |


(41)
(2192|2205)